Ribeirao: Praia do Itaqui

Ribeirão da Ilha

Centro e Rodoviária: 22,7 km | Aeroporto: 18,8 km
Bairros próximos: Tapera, Campeche.
Praias próximas: Praia Naufragados, Tapera.


O bairro Ribeirão da Ilha está localizado no sudoeste da Ilha de Santa Catarina, a 22,7 km do centro de Florianópolis, entre os bairros Tapera, Campeche e Pântano do Sul. O Ribeirão da Ilha também é um distrito administrativo de Florianópolis e sua área abrange cerca de 51,54 km², se estendendo desde a Praia de Naufragados, no extremo-sul da Ilha, até a foz do Rio Tavares, na divisa com o bairro Costeira do Pirajubaé.

Apesar de ocupar boa parte da porção sul da Ilha, o bairro, propriamente dito, está concentrado ao longo dos 21,8 km de extensão da via principal, a Rodovia Baldicero Filomeno, que começa no Trevo do Erasmo, entroncamento com Rodovia SC-405, e se estende até o extremo-sul da ilha, na localidade da Caieira Barra do Sul.

Por causa da distância do Centro, o Ribeirão da Ilha ainda mantém as características simples e modestas, com ares de interior e costumes de origem açoriana. É um bairro-dormitório, que preserva a qualidade de vida. Não existem prédios e a maioria das residências, principalmente as próximas ao núcleo histórico, ainda mantém as características da arquitetura colonial.

O comércio no bairro é limitado às necessidades essenciais de seus moradores, com mercados, farmácias, padarias, lojas de material de construção, entre outras. Contudo, é no quesito gastronomia que ele se destaca. Ao longo da via principal concentra-se um grande número de bares e restaurantes de frutos do mar, onde se pode degustar os principais produtos produzidos na região: ostras e mariscos.

A vida no Ribeirão da Ilha é pacata e bucólica. O principal lazer é o mar, mas existe um clube local, o Canto do Rio, onde acontecem bailes e pequenos shows.

Com uma extensa orla formada por pequenas praias, o Ribeirão da Ilha é o destino certo para aqueles que buscam paz e muito contato com a natureza. No ponto mais extremo ao sul do bairro parte uma das mais famosas trilhas de Florianópolis, que liga a localidade da Caieira da Barra do Sul à Praia de Naufragados.

Para os amantes da cachaça e da aventura, uma boa dica é degustar a “marvada” produzida no Alambique do Zeca. Mas para se chegar lá é necessário uma boa dose de coragem para encarar a estrada, que liga a localidade ao Pântano do Sul através do Sertão do Peri. Outra boa pedida – e com acesso mais fácil – é provar a Intizica, uma cachaça comercializada pelo restaurante Ostradamus.

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História

As primeiras expedições europeias a aportarem na Ilha de Santa Catarina escolheram o Ribeirão da Ilha como ponto de desembarque por se tratar de uma área protegida de ventos mais fortes. O nome dado ao bairro veio de um pequeno rio situado em frente à Ilha Dona Francisca, ao qual os indígenas – que já habitavam a região há pelo menos 2.000 anos – deram o nome de “ribeiracô”.

Os primeiros navegadores chegaram ao Ribeirão da Ilha por volta de 1506. Vinte anos mais tarde, Sebastião Caboto, navegador veneziano a serviço da coroa espanhola, atravessou o Oceano Atlântico e, conforme relatos, foi no porto de Ribeirão que ele ancorou. Segundo os cronistas da expedição, Caboto considerou a população nativa “dócil”, razão pela qual deu início à construção de um acampamento em terra, tendo erguido, inclusive, uma igreja.

Ao longo de quase dois séculos, a localidade praticamente desapareceu das crônicas e dos relatos de viajantes que passavam pela Ilha de Santa Catarina. Apenas em 1712 que o Ribeirão da Ilha voltaria a ser registrado, dessa vez no escritos e esboços de Amédée François Frézier, engenheiro militar francês que fez um estudo com a intenção de elaborar um mapa de parte do que viria a ser a costa catarinense.

Alguns anos mais tarde, entre 1748 e 1756, é que ocorreu a efetiva colonização da Ilha de Santa Catarina com o desembarque de cerca de seis mil açorianos e madeirenses. Alguns autores contam que cerca de cinquenta casais estabeleceram-se no Ribeirão da Ilha, onde passaram a produzir alimentos tanto para sua subsistência quanto para garantir o sustento das tropas concentradas na Fortaleza de Araçatuba.

Após o período de mudança e adaptação dos novos moradores ao Ribeirão da Ilha, chega à região Manoel de Valgas Rodrigues, que manda construir uma capela para o abrigo de uma imagem de Nossa Senhora da Lapa. É a partir deste evento que a freguesia receberia, mais tarde, o nome de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão. Já a capela construída por Valgas Rodrigues seria substituída por uma igreja feita de pedra.

Com o passar do tempo, a agricultura firmou-se como a atividade principal dos moradores do Ribeirão da Ilha. Eles plantavam, entre outras coisas, mandioca, milho, cana-de-açúcar, feijão, café e linho. O café produzido ali era considerado, inclusive, um dos melhores do Brasil. Já o linho servia como matéria-prima para a confecção das redes utilizadas na pesca artesanal. Outra atividade de destaque na comunidade era a pesca da baleia.

A necessidade de escoamento dessa produção fez com que a localidade chegasse a ter três portos em pleno funcionamento. Esses portos também eram os principais responsáveis pela comunicação entre o Ribeirão e a vila central, já que a navegação costumava ser mais fácil que o acesso por vias terrestres. Na Ilha de Santa Catarina, em particular, essa dinâmica se manteria por muitos anos em função da abundância de morros, mangues, rios e florestas.

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Porém, com a chegada do século XX, essa dinâmica passaria por profundas transformações. Com a inauguração da Ponte Hercílio Luz, em 1926, o transporte terrestre passou a ser valorizado em detrimento do transporte marítimo, o que eventualmente ocasionou o declínio não apenas dos portos existentes no Ribeirão da Ilha, mas também de suas atividades econômicas. Isso fez com que a região entrasse em um verdadeiro período de estagnação.

Apenas na década de 1970, com a modernização do conjunto urbano de Florianópolis, é que o Ribeirão da Ilha voltou ao centro das atenções. O aterro da Baía Sul facilitou o acesso ao bairro, o que atraiu novos visitantes e moradores. Consequentemente, grande parte dos nativos passou a dedicar-se às atividades relacionadas ao turismo. Houve também um incentivo, por volta da mesma época, ao cultivo de moluscos marinhos.

O relativo isolamento a que o Ribeirão esteve submetido fez com que muitas das características culturais de seus habitantes permanecessem praticamente as mesmas até os dias de hoje. Destacam-se as festas religiosas como a de Nossa Senhora do Divino Espírito Santo e a de Nossa Senhora da Lapa, a produção das rendas de bilro e também as apresentações do Boi de Mamão e do Pau de Fita.


Boletim - 24/09/2018
Lagoa da Conceição
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à servidão Pedro Manuel Fernandes Próprio
Nos trapiches dos Serviços de Transportes Impróprio
Em frente à rua de acesso à Praia da Joaquina Próprio
Canto da Lagoa - ao lado do Posto de Saúde Impróprio
Em frente ao acesso para o Rio Tavares Próprio
Altura do nº 1480 da Av. das Rendeiras Próprio
Em frente à Rua Manuel Isidoro da Silveira Impróprio
Altura do nº 2267 da Av. Osni Ortiga Impróprio
Em frente à Rua Canto da Amizade Impróprio
Lagoa do Peri
Ponto de Coleta Resultado
Em frente a saída do parque Impróprio
Praia Brava
Ponto de Coleta Resultado
Próximo à foz do riacho (Costão Sul) Próprio
Em frente ao Posto de Salva-vidas Próprio
Riacho Próprio
Rotatoria no final Av. Traugott Wild Próprio
Praia da Armação do Pântano do Sul
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Igreja da Vila Impróprio
Foz do Rio Sangradouro Impróprio
Praia da Barra da Lagoa
Ponto de Coleta Resultado
Aprox. 50 metros à esquerda dos molhes Próprio
Carianos - Praia da Base Aérea
Ponto de Coleta Resultado
Ao lado do trapiche Próprio
Centro - Praia da Beira-mar Norte
Ponto de Coleta Resultado
Em frente ao monumento da Polícia Militar Impróprio
Praia da Cachoeira do Bom Jesus
Ponto de Coleta Resultado
Em frente ao trevo de acesso ao Ingleses Próprio
Frente a Rua Deputado Otacilio Costa Próprio
Praia da Daniela
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua dos Cactos Próprio
Praia da Joaquina
Ponto de Coleta Resultado
Em frente ao posto de Salva-Vidas Próprio
Praia da Lagoinha
Ponto de Coleta Resultado
À esquerda da saída da lagoa Próprio
Praia da Saudade
Ponto de Coleta Resultado
Canto esquerdo da praia Impróprio
Praia da Solidão
Ponto de Coleta Resultado
Foz do Rio das Pacas Próprio
Praia da Tapera
Ponto de Coleta Resultado
No meio da praia Impróprio
Praia das Palmeiras
Ponto de Coleta Resultado
No meio da praia Impróprio
Praia de Canasvieiras
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua das Flores Próprio
Em frente à Avenida das Nações Próprio
Lado esquerdo do trapiche Próprio
Em frente à Rua Heitor Bittencourt Próprio
Em frente à Rua Acari Margarida Próprio
Canto esquerdo da praia, próximo às pedras Próprio
Frente a Rua Afonso Cardoso da Veiga Próprio
Frente a Rua Jose Daux Impróprio
Praia de Jurerê
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua das Moreias Próprio
Em frente à Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho Próprio
Em frente à Rua Luis Rampa Próprio
Em frente à Rua Waldemar Medeiros Impróprio
Final da Av. dos Buzios, frente a rotatoria sentido Praia do Forte Próprio
Praia de Jurerê Internacional
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Avenida dos Salmões Próprio
Praia de Ponta das Canas
Ponto de Coleta Resultado
A 100 metros à esquerda da Igreja Impróprio
Altura do nº 5.281 da Estrada Geral, na lagoa Impróprio
Em frente à Rua Alcina Jannis Impróprio
Frente a Rua Alcina Janis, no canal Impróprio
Praia do Sambaqui
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Servidão Paraíso das Flores Impróprio
Ponta do Sambaqui Próprio
Praia de Santo Antônio de Lisboa
Ponto de Coleta Resultado
Rua Roldão da Rocha Pires Próprio
Em frente à Servidão Hipólito Machado Impróprio
Praia do Balneário do Estreito
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua José Cândido da Silva Impróprio
Praia do Bom Abrigo
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua Teófilo Almeida Impróprio
Praia do Cacupé
Ponto de Coleta Resultado
Próximo ao nº 4.000 da Rod. Haroldo S. Glavan Próprio
No meio da praia Próprio
Praia do Campeche
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Avenida Pequeno Príncipe Próprio
Riozinho/Em frente à Servidão Família Nunes Impróprio
100m a direita do Riozinho (no mar) Próprio
Praia do Forte
Ponto de Coleta Resultado
Na entrada da praia Próprio
Praia do Itaguaçu
Ponto de Coleta Resultado
Entre o trevo e a Rua Euclides Cunha Impróprio
Praia do Jardim Atlântico
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à Rua Elesbão Pinto da Luz Impróprio
Praia do José Mendes
Ponto de Coleta Resultado
No meio da praia Impróprio
Praia do Matadouro
Ponto de Coleta Resultado
Rua Belmira Isabel Martins Impróprio
Praia do Meio (Coqueiros)
Ponto de Coleta Resultado
No meio da praia Próprio
Praia do Pântano do Sul
Ponto de Coleta Resultado
A 100 metros da entrada da praia Próprio
Praia do Ribeirão da Ilha
Ponto de Coleta Resultado
Em frente à praça Impróprio
Praia do Caiacangaçu - Altura do nº 12.820 da Estrada Geral do Ribeirão Próprio
Praia do Santinho
Ponto de Coleta Resultado
200 metros à esquerda do Costão Sul Próprio
Praia dos Ingleses
Ponto de Coleta Resultado
Em frente ao Rio Capivari Impróprio
Em frente ao Posto de Salva-Vidas
      Próprio
Em frente à Rua da Igreja Próprio
Em frente à Rua do Siri Próprio
Em frente à Rua Dante de Pata Próprio
Frente a Rua Morro das Feiticeiras, no canto esquerdo Próprio
Frente tubulação, a direta do ponto 28 Próprio
Praia Mole
Ponto de Coleta Resultado
Acesso Principal Próprio
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