ECONOMIA
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A força da economia de Florianópolis reside nas atividades
de comércio e serviços. Existe também alguma expressão
na indústria de transformação, além das atividades
ligadas ao turismo. O comércio e a prestação de
serviços dominam amplamente a economia local, com
uma fatia de 83%, restando 12% às indústrias de
transformação e apenas 5% à agropecuária e à pesca
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Veja:
Serviços
Empresas em Florianópolis
FloripaSites
Empresas
de Florianópolis na Web
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O turismo, além de gerar divisas através de estabelecimentos
como hotéis, agências de viagens, restaurantes,
bares, campings e outros, também estimula uma economia
informal com aluguéis de casas pelos próprios proprietários,
o surgimento de novos vendedores ambulantes nas
praias e a organização de passeios de barco pelos
pescadores.
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A produção agrícola possui uma profunda relação com os municípios
que compõe a Grande Florianópolis, como Angelina,
Antônio Carlos e Santo Amaro da Imperatriz. Além
de hortifrutigranjeiros que abastecem o mercado
da capital, as principais culturas em termos de
áreas cultivada em toneladas são, respectivamente,
a cana, o arroz e a banana.
Uma novidade pode fortalecer
os produtores do "cinturão verde" da Grande
Florinópolis: a granja Macedo buscou no início deste
ano (1997) os donos das pequenas propriedades rurais
da região para estabelecer um sistema de parceria
na criação de frangos, semelhante ao praticado no
oeste de Santa Catarina, onde a granja entra com
os filhotes, a ração e se compromete em comprar
a produção. Até o fim do ano 80 famílias já estarão
envolvidas na criação de frangos.
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| O Declínio
da Pesca Artesanal |
Responsáveis pelo misto de ritual e espetáculo de retirada
de uma rede da água, onde quem ajuda compartilha
os lucros, os pescadores artesanais reclamam os
danos provocados pela pesca industrial, que juntamente
com os peixes grandes também captura os filhotes,
comprometendo o crescimento das safras.
O percentual de participação
da atividade pesqueira, juntamente com a produção
agrícola no município, vem apresentando um declínio
considerável nos últimos anos. Caiu de 8,5% em 1970
para 5% em 1990. Um dos motivos é a evasão dos pescadores
mais jovens que, desiludidos, optam por outros campos
de atividade. Mesmo assim, ainda hoje é possível
encontrar típicos pescadores trabalhando em diversos
pontos de Florianópolis. Apesar do declínio em termos
percentuais, a captura de produtos do mar é a maior
contribuição do município em termos de atividade
extrativa, em nível de microrregião da Grande Florianópolis.
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Nos últimos anos, dois
ramos do setor industrial têm se destacado em Florianópolis:
informática e vestuário. Ambos são acolhidos com
bons olhos pela população por seu caráter pouco
poluente. Especialmente a indústria do vestuário,
com destaque à moda esportiva, tem proliferado consideravelmente.
Também não se pode esquecer que Florianópolis está
igualmente relacionada com a produção industrial
de cidades próximas como São José, Canelinha, Tijucas
e outras, onde ser destacam a produção de cerâmica,
artefatos de cimento, plásticos e calçados.

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A produção de moluscos
como mariscos deixou de ser uma mera curiosidade
para se tornar atividade lucrativa em diversos pontos
da Ilha, ela já é desenvolvida em uma fazenda no
Sambaqui. Ostras também são cultivadas no laboratório
artesanal mantido pela UFSC no Sambaqui.
A apicultura, além
de ter um forte pólo na praia do Campeche, conta com a Cidade das Abelhas, localizada na estrada de Canasvieiras, em frenta à entrada para Cacupé, que funciona
como laboratório para pesquisa do mel e seus derivados.
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