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COLUNA
GUIA FLORIPA Diário
virtual | As
informações contidas nesta coluna são de responsabilidade
dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Guia
Floripa. |
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13º Catavídeo estabelece público recorde |
13/11/2011 |
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Mais de mil pessoas estiveram presentes nos oito dias do 13º Catavídeo - Mostra de Vídeos Catarinenses.
O evento começou dia 5 de novembro em Florianópolis, com a presença do cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, e foi encerrado na noite de sábado (12). Com sessões de filmes em duas salas pequenas, com capacidade para apenas 50 pessoas cada uma, na Fundação Cultural Badesc e no Cine Ieda Beck (Instituto Arco-Íris), o festival atraiu um público interessado em conhecer a recente produção audiovisual do estado, e promoveu o intercâmbio de catarinenses que produzem em Santa Catarina e em outros estados.
Na edição deste ano, ocorreu uma ampliação de abordagem de todos os gêneros, como curtas experimentais, vídeo-arte, erótico, suspense, terror, humor, ação, campanha, sexo, infantil, videoclipe e religião. Houve uma grande procura do público pelos filmes trash, exibidos na Sessões Malditas realizadas no Instituto Arco-Íris, que esse ano homenageou produtores catarinenses como Petter Baiestorf, Gurcius Gewdner e Saulo Popov.
No encerramento, na noite de sábado, dia 12 de novembro, na Fundação Cultural Badesc, foi anunciado o projeto vencedor do Pitching da 1ª Oficina de Introdução à Prática Audiovisual: do desenvolvimento à produção, promovida pelo Fundo Municipal de Cinema (Funcine) e a produtora Novelo Filmes.
A proposta de filme O Gato, de Christiano de Almeida Scheiner, Juliana Bassetti e Neca Gamarra, foi o projeto vencedor e agora a equipe vai rodar o curta. O roteiro é um suspense psicológico.
Na noite de desfecho do Catavídeo também houve o sorteio de um tablet entre os diretores dos filmes participantes da edição deste ano. O premiado foi Marco Stroich, que inscreveu na 13ª edição o curta Memórias de Passagem. E foi divulgada a lista dos filmes mais votados pelo público a cada sessão na FCBadesc.
O Catavídeo é uma realização da Alquimídia.org e do Fundo Municipal de Cinema, em parceria com a Cinemateca Catarinense, Fundação Cultural Badesc e Sesc Santa Catarina.
A produção do evento é assinada pela Exato Segundo Produções Artísticas e tem o apoio da Vantuta Serviços e Impressão, Fundação Franklin Cascaes, site GuiaFloripa. Site Sarcastico, Museu da Imagem e do Som (MIS), Cineclube Ieda Beck, Travessa Cultural e Grupo de Teatro Armação. |
Fifo Lima
fifolima@gmail.com
Foto: Divulgação |
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Improvável não rir |
26/9/2011 |
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Ingressos lotados para o primeiro dia do espetáculo (sexta), que seguiu até domingo.
O Teatro Pedro Ivo recebeu Os Improváveis, composto pelos barbixas e convidados. Como o próprio nome diz, improváveis, os comediantes recebem temas e frases que são feitas pela plateia; improvisam tudo, às vezes de uma palavra que não tem nada a ver surge algo muito engraçado. Agitou a plateia com suas improvisações, duas horas de show que pareceram minutos, sem parar de rir. Com uma ótima iluminação de palco, tudo em perfeita harmonia. Improvável não rir.

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Matheus Parra
matheusparra@hotmail.com
Foto: Divulgação
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Oswaldo Montenegro literalmente Atendendo a Pedidos |
26/9/2011 |
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Um show onírico, que me levou do riso ao pranto.
Fui ao show com aquela sensação de ‘’que demais’’. Primeiro por ser um dos grandes nomes da música popular brasileira, quem fez história e ainda faz. E segundo por orgulho de ver um projeto mais democrático e caloroso com os seus fãs. O projeto desse show é bem simples, mas que eu nunca tinha visto. Você acessa o site atendendoapedidos.com.br e escolhe 20 músicas que gostaria de ouvir dentre 80 disponibilizadas. As mais votadas são tocadas no show. Não é demais? Adoro ver músicos na década de 70 ou mais impressionando os jovens com sua criatividade e talento (realmente); bem diferente de alguns que são artistas de um disco só. Oswaldo é múltiplo, talentoso, carismático. Ao ver a biografia dele já se percebe a sua grande inquietude e seu alto processo criativo/produtivo.

A cada canção no show, uma surpresa. Entra no palco, vestindo uma blusa de manga comprida cinza e jeans. Começa somente com a voz recitando a música Metade. No palco, somente ele, um violão, dois teclados e luzes. Simples assim, mas mais impressionante do que shows com vários instrumentistas e superprodução. Ele nem precisa, só a sua voz já é um espetáculo.

Logo mais, Madá entra em cena com sua flauta mágica. Encantado, ele apresenta ela como uma deusa; entre as músicas o único assunto é história que envolva Madá. Também não é para menos, desde o início, lá nos seus 15 anos, é com ela que ele divide a vida artística. E os dois permanecem juntos o resto do show. Tocando, brincando, contando história.

Ele nos contou sobre a vez em que ele queria um coro para gravar Condor, em 85, mas o coro estava meio assim. E ele disse: “Incorporem um negão”. E Madá, sábia, disse: “E por que você não pega negões mesmo?” E ele fez, gravou com um coral de 25 negões. E segundo ele os negões obedeciam somente a Madá. Dei gargalhadas com algumas histórias.

Muitos sucessos, e em muitos a emoção aflorava. Oswaldo consegue tocar o coração da gente, e somente com a sua voz, um violão, um piano e a flauta de Madá. A música Sempre não é todo dia, da peça Aldeia dos Ventos, foi uma dessas que eu olhei para o lado e disse: “Forte, né?!”.
Gosto das letras de Oswaldo, pois são curtas e bem construídas. Muitas deles criadas para peças de teatro, sua outra paixão. Descobri, aliás, que Lendas da Ilha foi criado por ele e Madá em 2001, quando ela morou por aqui. E disso, também nasceu o CD com mesmo nome.

Ah, um momento bacana do show foi quando ele nos contou sobre o concurso que premiará com 30 mil reais os dois melhores clipes criados para música Eu quero ser feliz agora. Nisso, ele disse que cantaria e seríamos o coro. Começamos cantando bem devagar; aí ele parou tudo e disse: “Pessoal, a música é um desabafo mesmo. Não é coro dos ursinhos carinhosos”. Todo mundo riu. Voltamos a cantar, ou melhor a gritar essa frase que é uma busca de todos, sem dúvidas – EU QUERO SER FELIZ AGORA!!! Aí sim, ficou bonito, segundo ele.
No final, quando achei que estava encantada o suficiente. Ele disse: “Olha só, o show já acabou nessa última música nova, que não fazia parte do repertório. Agora, já estamos no bis. Para evitar aquela coisa chata de sair, ficar esperando e voltar. Combinado?”. Nisso, no bis dialogado somos presenteados com uma nova versão de Bandolins e Lua e Flor (1984), que Madá desceu para a plateia e tocou encantando mais de perto. E ainda, finaliza dizendo que atenderia a todos os fãs que ficassem na entrada do teatro. Maravilhada, encantada... passei mais uns três dias assim!
Os shows assinados pela Orth Produções realmente estão de parabéns. |
Dani Medeiros
danielledemedeiros@gmail.com
Fotos: Bruno Farias |
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Shaun Murphy vence o Snooker Brazil Masters 2011 |
19/9/2011 |
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Evento reuniu várias importantes nomes da sinuca.
Uma final sensacional em Santa Catarina. Shaun Murphy enfrentou Graeme Dott e mostrou porque é um dos campeões do mundo. Numa sequência fora de série, ele foi vencendo frame por frame sempre com uma larga vantagem. Murphy fechou o placar de 5-0 e consagrou-se o grande campeão do Snooker Brazil Masters 2011 em Florianópolis. Um resultado que empolgou todos que estavam presentes na Arena Brazil Masters.

Shaun Murphy ainda bateu o Igor Figueiredo fazendo a maior tacada de todo o campeonato com 139 pontos. Igor conseguiu 114. Murphy levou um cheque de U$ 2.000 pela tacada de mestre. Além do troféu do Snooker Brazil Masters 2011, Shaun também levou pra casa um prêmio de U$ 40.000 pela vitória. O vice-campeão Graeme Dott levou o troféu de participação e um prêmio de U$ 20.000. No total, o evento distribuiu U$ 200.000 em premiação para todos os jogadores.
No intervalo do quarto frame, a organização do Snooker Brazil Masters prestou uma homenagem a Rui Chapéu por toda os serviços prestados à sinuca brasileira. "Seria injusto realizarmos um evento como esse sem homenagear esse homem que ainda hoje é um ídolo do esporte em todo o país", falou Pablo Magalhães organizador do torneio.
Rui ficou muito emocionado durante a cerimônia, quando foi exibido um vídeo da década de oitenta, quando ele dava aulas de sinuca na TV. "'É mais fácil enfrentar essas feras da sinuca do que receber uma homenagem como essa. Estou bastante emocionado e quero agradecer a todos. E vamos seguir em frente para profissionalizar a sinuca ainda mais", disse Rui. |
Carolina Carvalho
caroljornalista09@hotmail.com
Fotos: Divulgaçãoi |
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Orquestra de Minas é aclamada em Florianópolis |
11/9/2011 |
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Linda noite de sexta, 9/9, no Pedro Ivo.

Só quem esteve na última sexta-feira no Teatro Pedro Ivo Campos em Florianópolis pôde entender porque a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é o grupo de música erudita mais aclamado no Brasil. Sob a batuta do Maestro Fabio Mechetti, a Filarmônica mineira interpretou as obras de Hekel Tavares e de Rachmaninoff.
Os 80 músicos clássicos já foram aplaudidos por mais de 270 mil espectadores por todo o Brasil e na apresentação de sexta-feira não foi diferente. O público que lotou o teatro se emocionou com o espetáculo que teve os solos do pianista Arnaldo Cohen. Um show à parte. O talento de Arnaldo já é reconhecido mundo afora e conquistou, por unanimidade, o 1º Prêmio no Concurso Internacional Busoni, na Itália, já se apresentando em mais de dois mil concertos pelo mundo.
A Orquestra mineira vem deliciando o público por todo o país e merecendo elogios da crítica especializada. Com apenas quatro anos de existência, já conquistou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes como o melhor grupo musical erudito de 2010. “Após quatro anos de trabalho, com grande orgulho, dividimos com nossos amigos da região Sul do país, os impressionantes resultados obtidos neste curto período”, ressalta o Maestro Mechetti. |
Alvo de Comunicação
alvo@alvodecomunicacao.com.br
Foto: André Fossati |
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Star Beetles no John Bull Pub |
5/9/2011 |
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A casa do rock ecoou músicas clássicas dos The Beatles.

Sexta-feira, dia 2 de setembro, o John Bull Pub recebeu a Banda Star Beetles, cover dos Beatles. Foi um show completo com direito a vários figurinos acompanhados por instrumentos também conforme as épocas das músicas. Os fãs dos Beatles certamente ficaram emocionados com tamanha fidelidade e entusiasmo da Star Beetles. O John Bull Pub mais uma vez proporcionou uma noite maravilhosa ao seu público.
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Gabriela Brasil
gabrasilciabotti@gmail.com
Foto: Divulgação |
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Os Melhores do Mundo |
15/8/2011 |
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Sexo - A Comédia é o novo trabalho do grupo.
Uma noite extremamente agradável, a começar pelo clima, sem chuva e frio moderado. O Teatro Pedro Ivo estava lotado, deu pra perceber que os manezinhos foram em peso conferir o espetáculo do Os Melhores do Mundo, aliás, não só os manezinhos. Cada vez que os atores da peça se referiam a alguma cidade ao redor de Floripa, algum grupo da plateia gritava e aplaudia como forma de dizer "somos de longe, mas também viemos conferir". Certamente, sentiram a mesma sensação que eu quando o espetáculo chegou ao fim, valeu a pena.

O estilo de comédia escolhida pelo grupo, não faz aquele modelo apelatório, repleto de piadas constrangedoras e preconceituosas que deixa a plateia sem graça. Os Melhores do Mundo são autênticos, fazem jus ao nome.
Interagindo o tempo todo com os espectadores, eles vieram dessa vez com uma nova temática: Sexo - A Comédia.
Dividido em 4 esquetes, uma das narrações do espetáculo foi a despedida de um casal homossexual, que se deu de forma muito divertida. O pobre Emílio não conseguia suportar a ideia de ficar longe de seu grande amor, Montenegro, e faz um escândalo para impedi-lo de partir em plena rodoviária. Não teve quem não soltou umas boas gargalhadas com os gritos desesperados do apaixonado Emílio.
Outra das esquetes, Swing, mostra a intenção de praticar swing - que partiu de dois casais desconhecidos. Paulo Sérgio e Maria Lúcia, preparam a casa ansiosos para o grande encontro, porém os convidados Alcir e Zuleika colocam tudo a perder.
A plateia, participativa, muitas vezes se via em um ou outro personagem, o que tornava o espetáculo ainda mais divertido.
Certamente quem foi conferir não teve do que se queixar; e quem não foi tem motivos para ficar desolado e correr para comprar ingressos na próxima oportunidade.
Dá uma olhada no vídeo dos bastidores neste link. |
Thaisa Pacheco
thaisa.c.pacheco@gmail.com
Foto: Divulgação |
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Palavra
(en) cantada
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1/8/2011
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O
show Délibáb, do cantor
gaúcho Vitor Ramil, permitiu
aos espectadores (e fãs)
no dia 28 de julho, em
Florianópolis, uma viagem
que permeou entre a literatura
e cultura popular, entoadas
por um genuíno violão
argentino - orquestrado
com admirável destreza
pelo violonista buenairense
Carlos Moscardini.
Vitor interpretou as milongas
que compôs para os poemas
de Jorge Luis Borges (contidos
no livro Para Las Seis
Cuerdas) e os versos de
João da Cunha Vargas.
As letras são repletas
de dialetos e termos gauchescos,
com forte regionalismo.
Em sua essência o imaginário
do Rio Grande do Sul,
músicas como Milonga de
los morenos e Um cuchilo
el en norte foram capazes
de afagar a alma, tamanha
era a sensibilidade (in)
contida na sonoridade
e nas
palavras. Verdadeiros
poemas sonoros, num misto
de modernidade e corte
clássico.
Porto Alegre, Montevidéu
e Buenos Aires em Santa
Catarina. A universalização
da boa música, banhada
pelo Rio Guaíba, Río de
la Plata e Oceano Atlântico.
Délibáb, de origem húngara,
significa Déli (do sul)
+ báb (ilusão): miragem,
deserto, garganta seca,
voz embargada, êxtase.
E no meio tantos versos,
fiquei sem palavras diante
desse espetáculo. Bravo!
Quer dizer, brando, calmo,
sereno e manso. Assim
ficou o público quando
acabou as cortinas se
fecharam.
O evento foi realizado
pela Orth
Produções,
parceira do Guia Floripa.
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Rê Oliveira
renattinhaoliveira@yahoo.com.br
Texto e Fotos
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“Boa
noite, pessoal! Soube
que vocês aqui da capital
têm preconceito contra
algumas cidades da grande
Florianópolis, é verdade?
Senti isso quando peguei
um táxi no aeroporto e
o motorista me perguntou
aonde eu gostaria de ir,
aí comentei: Palhoça.
Ele respondeu que não
me levaria porque tinha
acabado de lavar o carro.”
Assim
começou o espetáculo do
ator e humorista Marcos
Veras, no dia 29 de julho,
às 21h, no Teatro Pedro
Ivo. Ele se apresentou
para uma plateia lotada
e bem receptiva. Entre
uma gargalhada e outra,
ouviam-se suspiros, no
intuito de recuperar o
fôlego para novamente
o público se render aos
risos e sorrisos. A peça
Falando a Veras
durou cerca de uma hora
e meia. E foram 90 minutos
com imitações de Martinho
da Vila, Tim Maia, João
Bosco, Caetano Veloso
e outras tantas.
No humor estilo cara limpa,
Marcos Veras faz piadas
sobre casamento, internet,
TV, curiosidades das celebridades,
política e até companhias
aéreas. Ele também apresentou
ao público alguns personagens
como o pastor Galigodério
Nicomedes Arakaki Santana
- um sujeito de caráter
duvidoso, preocupado com
o próximo dízimo e assim
garantir o seu, o meu,
o nosso lugarzinho no
céu; Jonas - o pintor
de parede malandro que
sonha em ser cantor de
funk e também Toinho,
um nordestino avexado
e contador de causos,
que saiu do interior do
Ceará para tentar a vida
na cidade grande.
As luzes apagaram-se e
a alegria dos espectadores
ainda reluzia no rosto
de cada um que estava
presente. Burburinhos,
cochichos e mais sorrisos.
Ficou evidente que o espetáculo
foi ótimo. Ou melhor,
foi bom a veras.
Site do artista
http://www.marcosveras.com.br
Canal no Youtube
http://www.youtube.com/user/marcosverastupi
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Rê Oliveira
renattinhaoliveira@yahoo.com.br
Texto e Fotos
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Mostra de Cultura
Comunitária
na Ufsc
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11/7/2011
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No dia 19
de junho, foi realizado
a Mostra de Cultura Comunitária,
na Praça da Cidadania
na UFSC, projeto que procura
trazer as comunidades
para dentro da universidade,
propondo um espaço
lúdico e de lazer
aos domingos, momento
em que a Ufsc fica(va)
vazia. O evento atraiu
familiares, crianças,
casais de namorados e
amigos que sairam de suas
casas para um domingo
mais criativo.
As crianças puderam
correr a vontade, aprender
a fazer sua pipa e na
batalha dos pipeiros colecionar
as coloridas pandorgas
voadoras, grafitar as
paredes do DCE, participar
da oficina de música,
soltar bolhas gigantes
e aprender a fazer bonecas
abayomi ou bonecos de
argila.
Durante a mostra foram
realizadas apresentações
musicais, em que a diversidade
foi respeitada, mas a
sincronia apareceu quando
o grupo de jazz se uniu
a voz do hip hop, voltando
aos primórdios
da música negra,
quando o jazz servia de
base para as contestações
sociais de Gil Scott Heron.
O passado e o presente,
a luta da comunidade na
alma do arma-zen, o freestyle
do esquadrão da
rima, a raiz norte do
maracatu do arrasta ilha.
Olhei para o céu
e lá estavam as
pipas marcado as notas
musicais.
Além do momento
lúdico foi oferecido
um delicioso almoço
gratuito para toda a comunidade,
respeitando os gostos
vegetarianos ou não.
E os passantes puderam
apreciar as feirinhas
de artesanato e os produtos
produzidos nos acampamentos
do MST. Ou se deitar na
grama e curtir uma agradável
tarde de domingo.
A organização
da II Mostra de Cultura
Comunitária é
fruto da parceria entre
a Cufa
(Central Única
de Favelas), a Unegro
(União de Negros
pela Igualdade), o MST
(Movimento dos Sem Terra,
representados pela Brigada
Mitico), o DCE/Ufsc
(Diretório
Central dos Estudantes),
Coletivo
Cardume Cultural e
estudantes da Ufsc e Udesc.
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Júlia Eléguida
juliaeleguida@gmail.com
Fotos: Anninha
Piccolo
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Show de gente grande
para pequenos e
adultos
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10/7/2011
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Patu Fu em projeto infantil
Depois de
oito anos da última
apresentação
em Florianópolis,
a banda Pato Fu teve um
encontro com o público
catarinense na noite de
domingo no show Música
de Brinquedo no encerramento
da 10ª Mostra de
Cinema Infantil de Florianópolis.
Os pais cantaram com os
filhos. As crianças
invadiram os corredores,
atraídas por barullhinhos,
brinquedos, chuva de papel
colorido e o backing vocal
dos monstrinhos Ziglo
e Groco da Cia de Teatro
de Bonecos Giramundo.
Adultos dançaram
ao ritmo do repertório
pop e clássico
do show. Ao final, o público
aplaudiu de pé.
No palco, os músicos
recriaram clássicos
com o uso de instrumentos
infantis, a maioria na
ponta da língua
do público. Xilofone,
escaleta, flauta doce,
kazoo, apitos, um coelho
de pelúcia e uma
galinha de borracha foram
utilizados para interpretar
faixas como Todos
estão surdos,
de Roberto Carlos, Love
me tender, de Elvis
Presley, My Girl,
de Temptations e Live
and let die de Paul
e Linda McCartney.
A atenção
dos integrantes da banda
com o público foi
um show à parte.
O marido de Fernanda,
John Ulhoa chamou o público
para participar dos arranjos
com palmas, estalos de
dedos e um coro de som
de animais. Além
de baquetas luminosas,
o baterista Xande Tamietti
tocou com um pogobol e
um João Bobo gigante,
um dos muitos que enfeitaram
o palco.
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Fifo Lima
fifolima@gmail.com
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Tango & Vinho com Marcelo
Copello | 8/7/2011 |
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Noite cultural regada ao bom vinho argentino Malbec,
música, pessoas queridas, dança...
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Todos estão
de parabéns! Já ao chegar no espaço Vinho & Arte, em
Santo Antônio de Lisboa, começa o deslumbre. Com um chafariz de águas
coloridas na entrada e obras de arte por todo o entorno do local, chegamos à
entrada.
Fomos recepcionados pelo queridíssimo João Lombardo, jornalista
e sommelier, que é a voz do vinho em Floripa, e autor do livro Santa
Catarina à Mesa - a Revolução da Uva e do Vinho e o Renascimento
das Cervejarias no Estado. |
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Rodas de pessoas entendidas do assunto decoravam o interior do espaço.
Mesas impecáveis para o jantar e uma grande mesa cheia de taças
prometiam uma farta harmonização. A proposta da Wines of Argentina
realmente é criativa, envolvente e didática. O convidado para percorrer
o Brasil levando essa ideia é Marcelo Copello, eleito em 2009 'best
journalist' e 'the most influential wine journalist' pela
revista Meninger's Wine Business International. Como ele mesmo destacou,
"vinho é arte, é música, é cultura". E ele
tem razão, associando a cultura do local com os vinhos cria-se um charme
único. Para iniciar oficialment o evento, Por Una Cabeza, o clássico
de Gardel, é cantada por Gustavo Lorenzo, que foi acompanhado por Pablo
Lazarte no violão. E na segunda música, acrescentaram os dançarinos
de tango Laura e
Fransley.  |
Em meio a Gardel e Piazzolla experimentamos variações
da casta Malbec. O jantar foi preparado pelo chef Elton Costa, da
Cantina Sangiovese, que nos agraciou na entrada com Bruschetta Trio de Cogumelo
e Bruschetta Primavera (de tomates). O prato principal foi massa: Fettuccine de
Manjericão com Lascas de Cordeiro. E a sobremesa: Sopa de morangos com
sorvete e menta. Tudo devidamente harmonizados com vinhos especiais para cada
momento. 
E o que poderia ter dado má impressão acabou sendo o ápice
do evento: a luz acabou! E com isso, nos sentimos numa taberna argentina conversando
e descobrindo vinhos. 
Finalizamos
com a sensação de noite inesquecível. 
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Dani Medeiros danielledemedeiros@gmail.com
Fotos: Maurélio Cesar Pereira | | |
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Público lota o
TAC no espetáculo
American & Spiritual
Songs
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30/6/2011
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O concerto
faz parte da série Domínio
Público e apresentou canções
que originaram o blues
e o jazz.
Casa cheia,
com um público
extremamente caloroso.
Esse era o clima do Teatro
Álvaro de Carvalho
(TAC), na noite de terça-feira,
28 de junho, durante o
concerto American &
Spiritual Songs, produzido
pela solista Cláudia
Todorov.

O espetáculo faz
parte da série
Domínio Público,
que na sua sétima
edição apresentou
canções
que deram origem ao blues
e jazz. Composições
de Scott Joplin e George
Gershwin abrilhantaram
o repertório, que
encantou os presentes,
remetendo-os às
origens da música
norte-americana.
O concerto contou com
a participação
dos solistas Claudinéia
Crescêncio, Giovane
Pacheco e Guilherme Botelho,
o quais foram acompanhados
pelo pianista Marcos Rocha
e pela Brothers
Big Band Orchestra, que
por duas vezes tocou sem
regência e em uma
das músicas fez
até coreografia.
O show encerrou em grande
estilo, com os músicos
e solistas cantando e
tocando rumo à
entrada do teatro.
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Carolina Castro
arana.castro@gmail.com
Fotos: Thiago
Mangrich
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Concorde Club: 10 anos! | 19/6/2011 |
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Conca, a casa conceito no circuito GLS, comemora 10 anos. 
Com
mais de 1000 pessoas na casa, a Concorde Club Floripa celebrou no dia 18/6, uma
década embalando as noites de sábado de Floripa, trazendo grandes atrações da
cena GLS e a melhor vibe da cidade. 
A
Conca, como é carinhosamente apelidada, teve nesta data a festa Grand Espetaculum
- Concorde 10 Anos. 
Uma noite cheia de surpresas onde a emoção e a magia do espetáculo tomaram
conta de todos numa noite imperdível, comandada pelos residentes da casa Anderson
Negão, Jean Carlo e Black mais presença de artistas circenses, performances de
Victor Piercing no palco e jatos de fumaça de CO2 no público, que levaram todos
ao delírio. A festa rolou até 8h30 da manhã de domingo.

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Leo Gross leo.g@uol.com.br
Fotos: Mauricio Foster | | |
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16ª edição
do Volta à
Ilha ASICS premia
campeões
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3/5/2011
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O 16° Revezamento
Volta à Ilha ASICS
premiou seus campeões
neste domingo (1/5), em
uma cerimônia realizada
pela manhã, no
Hotel Majestic, em Florianópolis.
Os primeiros lugares de
cada categoria receberam
troféus, medalhas
e brindes do patrocinador.
As demais equipes ganharam
medalhas e camisetas do
evento. A campeã
geral foi a catarinense
Beckhauser Malhas, de
Tubarão, que bateu
a penta-campeã
de Porto Alegre, Paquetá
Esportes, com o tempo
de 8h55min49s.
Nas duplas, mais uma vez
quem levou a melhor foi
a Assessoria André
Villarinho ASICS, de Goiânia.
O vaqueiro Sinei Mendanha
e o pedreiro Cleiser Santos
completaram os 150 Km
em 10h56min42s. Segundo
Cleiser, eles não
esperavam o calor que
fez no sábado (30),
o que dificultou um pouco
alguns trajetos. A
gente se surpreendeu com
o clima quente nessa época
aqui no Sul, que fez os
trechos de morro e areia
ficarem mais difíceis,
revelou o atleta. De acordo
com o coordenador da equipe,
André Villarinho,
os treze primeiros trechos
foram muitos puxados.
Essa dupla não
gosta de correr atrás
e por isso apertou o ritmo.
O desgaste foi maior,
contou André.
Nas outras categorias,
os vencedores foram os
seguintes: na Aberta,
a Paquetá Esportes/ASICS,
de Porto Alegre, com o
tempo de 9h07min34s; na
Aberta Mista, a Tribus
Adventure I, do Rio de
Janeiro, em 11h00min50s;
na Veterana Mista, a Tribus
Running/Paquetá,
de Novo Hamburgo, após
10h15min26s; na Veterana
40, deu a Relovoux, de
Curitiba, em 10h13min45s;
e na Veterana 50, quem
levou a melhor foi a Chão
de Aterro, do Rio de Janeiro,
com o tempo de 11h14min45s.
Segundo o professor Carlos
Duarte, presidente da
EcoFloripa Eventos Esportivos,
empresa organizadora da
prova, o evento tem superado
as expectativas a cada
ano. O Volta à
Ilha ASICS traz muitos
benefícios à
capital catarinense. É
possível perceber
um aumento no movimento
do setor hoteleiro e turístico,
por exemplo, e a procura
é cada vez maior
para participar da competição.
Nesta edição,
mais de duas mil pessoas
tiveram que ficar de fora,
explicou Carlos.

As 390 equipes do 16º
Revezamento Volta à
Ilha ASICS percorreram
150 Km de Florianópolis,
no último sábado
(30), passando por 22
pontos turísticos
da Ilha, em trechos que
incluem mata, areia fofa
de praia, duna, chão
batido, asfalto, calçamento,
aclives e declives. O
percurso reuniu as mais
belas paisagens de Florianópolis,
como Jurerê Internacional,
Forte de São José,
Cachoeira do Bom Jesus,
Praia Brava, Ingleses,
Santinho, Moçambique,
Rio Vermelho, Joaquina,
Campeche, Armação,
Açores e Ribeirão
da Ilha.
Solidariedade e confraternização
A Eco Floripa irá
doar parte do valor da
inscrição
de cada atleta para o
Lar Recanto da Esperança,
localizado no Rio Vermelho,
em Florianópolis,
com o objetivo de ajudar
as comunidades carentes
locais.
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Patrícia Pinheiro
patvitara@hotmail.com
Fotos: Divulgação
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Equipe catarinense vence o
Volta à Ilha ASICS | 1/5/2011 |
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Volta à Ilha reuniu corredores do Brasil inteiro. 
A
Beckhauser Malhas, equipe de Tubarão (SC), foi a grande campeã da 16ª edição
do Revezamento Volta à Ilha ASICS, realizada no sábado (30/4), em Florianópolis.
A equipe largou às 7h15 e completou a prova em 8h40min49s, finalizando o percurso
de 150 Km, que dá a volta na Ilha de Santa Catarina. 
Foi
com muita emoção que os nove integrantes da Beckhauser Malhas venceram a equipe
gaúcha, Paquetá Esportes, pentacampeã da prova. Segundo um dos integrantes do
grupo, Matheus Soares Trindade, a prova foi difícil, como em todos os anos, mas
o clima estava melhor do que na edição anterior, o que contribuiu para o resultado.
“No Volta à Ilha ASICS é superação atrás de superação. Ano passado não vencemos
por pouco, mas em 2012 voltaremos com o prestígio de sermos favoritos”, entusiasmou-se
Matheus. 
A Paquetá Esportes, de Porto Alegre (RS), era a favorita na prova, mas demorou
1h33min15s a mais que a Beckhauser para completar o percurso, que abrange 22 pontos
turísticos da capital catarinense. Tauro Bonorino, integrante da equipe, confessou
certa frustração, mas provocou dizendo que, em 2012, somente a equipe gaúcha poderá
ser hexacampeã. “Perder faz parte, mas estamos assimilando com a derrota coisas
diferentes das que aprendemos com a vitória”, afirma ele. 
Para o organizador da prova, professor Carlos Duarte, mais uma vez o Volta à Ilha
ASICS foi um sucesso. “Estamos muito felizes. Este ano a competição foi mais tranquila,
acredito que pelas condições climáticas mais favoráveis. O sol ajudou os corredores
a aproveitar mais o percurso e tudo fluiu melhor”, conta Carlos.
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O Volta à
Ilha ASICS, além de reunir 3.600 atletas e cerca de 400 pessoas que trabalharam
no dia da prova, também atraiu curiosos e fanáticos pelo esporte,
como a aposentada Sônia Moreira. A senhora de Curitiba, que mora há
três meses em Florianópolis, revelou que estava desde às 11h
esperando para ver os corredores cruzarem a linha de chegada. “Gostaria
de participar do Volta à Ilha. Eu já caminhava em Curitiba e, agora,
ando todos os dias na Beira-mar. Estou muito emocionada com a competição
e a estrutura. Adoro esse esporte”, concluiu ela. A
primeira bateria das equipes saiu às 4h da madrugada e a última
às 7h30, todas elas do trapiche da Av. Beira-mar Norte. |
Após a chegada, todos os atletas receberam medalhas
de participação. Neste domingo (25), às 9h30, no Hotel Majestic,
será a premiação da prova. |
Patrícia Pinheiro
patvitara@gmail.com Fotos: Christian S. Mendes |
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Exatamaníacos
em Floripa, de novo!
| 24/5/2011 |
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Os pagodeiros abalaram a estrutura do Stage Music Park. 
Exatamaníacos.
O nome já diz tudo! A festa reuniu os maníacos pelo Exaltasamba, de Floripa e
região. Fiquei extasiada; já fui em muitos shows, mas nenhum com o entusiasmo
que senti dos fãs diante do seu ídolo. Na abertura, todos gritavam tão alto, mas
tão alto... que cheguei a pensar que eles não iriam conseguir cantar. 
Não
era só a mulherada não, todos, literalmente, sabiam as letras de todas as músicas,
sem errar nada. Abafou! A plateia fez um show à parte! O Vocalista Thiaguinho
tentou achar palavras para descrever o que ele estava sentindo; falou encantado,
várias vezes durante o show, que Floripa era especial, que seus DVDs são gravados
aqui por isso... Até não aguentar mais e gritar: Floripa é foda!!! Mas eles fizeram
por merecer, quase no final do show, escureceram as cortinas e cantaram sucessos
da música eletrônica e funk; levando todos à loucura. Quase não saíam do palco,
de tanto pedido de bis.E e sem recusar, voltaram umas três vezes tocando os sucessos
antigos. 
O
Stage Music Park está de parabéns. Estava um dia chuvoso e o local estava todo
coberto, casa lotada e tudo sobre controle, segurança contendo os bebuns - claro,
depois de quatro horas de show, começam a aparecer os valentões da cachaça, mas
tudo sobre controle. E eu, bem ali na cara do palco, vi tudo e me encantei também.

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Dalva Medeiros dalvacimedeiros@hotmail.com
Texto e Fotos | | |
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| A Lição de Lucinda |
8/5/2011 | | | |
| A atriz fica mais de 2 horas no palco
em ritmo de bate-papo com o público. 
A trivialidade
do cotiano sob o olhar
de um poeta ganha dimensões
assustadoras e merecedoras
de um olhar mais profundo.
O cabelo, a festa de casamento,
o engarrafamento, os filhos,
a corrupção.
Elisa Lucinda cobre todos
esses temas com muito
bom humor, sem deixar
com que as gargalhadas
atrapalhem a verdadeira
mensagem que ela deseja
passar.
Qual é esta mensagem? Bom, na verdade são
várias. E cada espectador leva a sua. Mas o fato é que existem muitas
pessoas distraídas por aí. Distraídas por não pensarem
no real significado da "trajetória de seu tempo", como diz a
atriz, e não serem protagonistas do seu próprio espetáculo
da vida. Parem de falar mal da rotina, ou melhor, parem de
falar mal. O lado bom das coisas está sendo deixado de lado. O frescor
e a novidade da vida estão sendo reprimidos pelos nossos cárceres. Não
entendeu? Não tem problema. O pessoal da A&B
Eventos, que trouxe a peça para Floripa, tem planos de trazê-la
novamente, este ano ainda. Assista! Pela comédia ou pela lição
de vida, vale a pena! | |
Claudia Mussi redacao2@guiafloripa.com.br
Foto: Divulgação. | | |
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