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O projeto Clube da
Luta comemorou um ano de batalha e festejou
nos dias 05 e 06 de outubro, em uma
edição especial com doze
bandas divididas em dois palcos.
No Clube da Luta, as regras são
as seguintes:
#1 - Você não faz músicas
que não são suas;
#2 - Você não faz músicas
que não são suas;
#3 - As lutas acontecem de 15 em 15
dias;
#4 - Só três artistas de
cada vez;
#5 - Banda que começar com palhaçada,
não toca;
#6 - Se essa é a sua primeira
noite no clube da luta, você TERÁ
que ouvir.
Infelizmente,
não pude ir no primeiro dia.
As batalhas da sexta-feira contaram
com as bandas Maltines, Coletivo Operante,
Luciano Bilu, Aerocirco, Os Berbigão
e Tijuquera. As pessoas que foram nessa
noite disseram que a casa estava lotada
e gostaram muito do show.
No segundo dia, a "pancadaria"
contou com as bandas Rufus, Gubas e
os Possíveis Budas, Andrey e
a Baba do Dragão de Komodo, Kratera,
Samambaia Sound Club e Ilha de nós.
Fiquei sabendo que até documentário
está sendo produzido.
O melhor de tudo foi a diversidade
de estilos que ia do funk altamente
dançante do Gubas e os Possíveis
Budas ao roquenrôu nervoso do
Kratera.
O legal foi ver em todos os shows os
fãs cantando as músicas
e acompanhando a apresentação
de cada banda do começo ao fim.
Quando terminava um show todo mundo
corria pro outro palco para curtir a
apresentação da próxima
banda.
Esse não foi apenas um show,
foi um um tapa na cara de quem acha
que o público não tem
sede de cultura. Foi um soco na barriga
de quem não acredita nos talentos
locais e só dá valor ao
que vem de fora. "Brisas pra ti,
ô!"
Um grande abraço a todos os lutadores
da organização.
É isso aê rapaziada, o
importante é curtir a essência
do momento sem crise.
Aquele abraço.
Stay rock'n'roll.
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