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Três dias de
festa e muito rock'n'roll marcaram a
sétima edição do
Rural Rock Fest, evento que acontece
todos os anos em São Pedro de
Alcântara.
É...
parece que a lama virou marca registrada
do Rural Rock Fest. A chuva já
é clássica, principalmente
depois do quinto evento que foi memorável.
Mas de “águas de março
fechando o verão” o Rural
não tem nada! Quem pensou que
era exagero pôde conferir com
seus próprios olhos e calças
e coturnos embarrados o quanto o festival
tem de rural! Mas o mais legal de tudo
é que mesmo totalmente embarrados
ou encalorados, ou com lunáticos
correndo sem parar, ou rezando pro pipi-móvel
não cair barranco abaixo, o povo
simplesmente aproveitou o evento. O
clima (da galera) era de descontração,
respeito e "fextinha"!
Mais
de trinta bandas de todos os tipos e
roupas (ou quase sem roupas) subiram
ao palco em São Pedro de Alcântara
no último final de semana e,
da sua forma, fizeram um espetáculo.
O camping foi tomado por barracas catarinenses
de todas as áreas. Debaixo de
um sol de rachar, no sábado o
que mais se via era aquele churrasquinho
esperto pra agüentar o tranco.
Não é pra menos num festival
que começou com bandinhas tocando
em cima do caminhão há
oito anos e hoje luta para estruturar
o evento e receber gente de todo o estado.
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O
sétimo Rural deu lugar a músicos
de responsa, bandas quase desconhecidas
e algumas já com nome conhecido
como Os Berbigão, Da Caverna
(o retorno), Samambaia e Maltines na
noite de sexta e Brasil Papaya, Vlad
V e Orquídea Negra que conseguiram
fazer a galera enfrentar a chuva para
curtir o show na noite de sábado.
O público era dominado por músicos
e admiradores das variações
do rock e do metal que foram conferir
de perto o trabalho dos colegas e ainda
matar a saudade dos amigos.
Mesmo
na finaleira da festa no domingo, quem
ficou estava em alto astral, com direito
a “peixinho” na lama e tudo
para ganhar uma caixa de cerveja. Ainda
bem que havia os chuveiros com água
geladíssima para refrescar o
calor e limpar essa lama toda.
Algumas promessas do evento viraram
lenda, mas quem sabe no ano que vem,
não é mesmo? O mais importante
num festival como esse é o espaço
dado às bandas para mostrarem
o seu trabalho e ao público para
festar e apreciar a música em
meio à natureza. E isso me parece
que foi alcançado, então,
que comece a contagem regressiva para
o próximo!
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