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Floripa Music Hall abriu
todas as portas para mais uma
Paella do Anjinho.
Um sábado nublado,
mas a disposição estava em alta.
A Paella do Anjinho recebeu
algumas críticas árduas, claro,
é bastante óbvio que numa festa
com mais de quatro mil pessoas,
com idades distintas que variavam
entre 18 e 45 anos, o ambiente
seria propício para acontecer
coisas incalculáveis.
Teve briga? Teve.
Teve loucura no banheiro (tanto
feminino quanto masculino)?
Sim, teve. Mas o atendimento
e serviço estavam mil. A Paella
Valenciana estava maravilhosamente
deliciosa, supergraúda com lagostas
e camarões... e foi servida
aos fanfarrões até as 17h. Sem
parar, foram mais de sessenta
paelleira. O pessoal da cozinha
não se aquietou a tarde toda.
A chefe Sandra Regina da Silva
que o diga.
Particularmente,
a festa satisfez. Para os beberrões
de plantão, open bar
de cerveja, sex on the beach,
blue lagoon, vodka com
guaraná, suco… Mas a caipirinha
do Ivo Scherer satisfez ainda
mais. Uma das melhores cachaças
que eu já tomei e a melhor caipirinha
que já degustei. A Adega Scherer
é da família do Ivo desde o
tempo de seu avô e mantém a
simplicidade e qualidade, tanto
que eles não vendem para supermercados.
Se quiser provar terá que ir
até Antônio Carlos
ou visitar alguma cachaçaria.
Quem fez a festa
da moçada a tarde toda no pátio
foram os grupos de pagode Samba
Aí, Em Cima da Hora, Delírio,
Borog e Intuição. Lá dentro
do Floripa Music Hall teve acústico
Jordana Pires e Mahala. Na discotecagem,
tocando black e funk,
DJs Naomi, Bruno Menezes e Lipe
Farah. A atração nacional só
subiu ao palco lá pelas 19h
e finalizou com muita categoria.
A Paella do Anjinho
é imperdível. E apesar do que
se ouve por aí, acasos sempre
há... mas uma festa que reúne
mais de cinco mil pessoas...
ruim não é, né? E que
venha 2009 com muito mais delícias,
gente bonita e pagodão.
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