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O projeto deste ano apresentou
o espetáculo Escrevendo
a Cena Musical Catarinense -
Nosso Novo Som.
Pela
primeira vez, sai do teatro
do CIC para experimentar outros
ares. O palco escolhido foi
o do Floripa Music Hall. Lá
pelas 22h cheguei e já
estava fervendo ao som do Coletivo
Operante, banda que até
então eu não conhecia.
Prazer, muito prazer. Os meninos
tem um pique a mais. Letras
bem bacanas e sarcásticas
com uma mistura de ritmos que
te impossibilita de ficar parada.
♪
"Desculpe meu amor, mas
não aderi ao movimento
moderno...
... Ri de mim por que eu não
sei o nome do DJ"
Cinco músicas e pronto.
Próximooo!!!
Tijuquera
então entra em ação.
Um som mais percussivo e forte
que junta o tradicional da música
popular brasileira com o pós-moderno
da tecnologia. Na bagagem de
gravações: Inoxsambágua
(2000), Os Deuses Não
São os Homens (2004), Quem
quiser é isso aí (2006)
e Tijuquera Floripa Groove
2000 | 2004 | 2006 (coletânea
- 2006).
♪
"Palmeira balança ê balançou
É o sopro do vendaval
Canoa no mar bordejou Rema pra
praia..."
E se foi...
Então,
Aerocirco finaliza as apresentações
locais . O som deste quarteto
é apaixonante; rock totalmente
diferente do que você
costuma ouvir por aí.
Acho que nem preciso prolongar
a prosa; entra no site, ouve
e depois tire suas próprias
conclusões.
♪
"Não há nada que eu não
faça
Porque a vida não é de graça
Se esperar quando quiser
Se deixar ser, vejo quem és"
E para fechar a noite: Zeca
Baleiro.
Uma noite para ouvir, em show,
os sucessos de Zeca, que sempre
deixa o público bem feliz.
Com seu violão e seu
chapéu, ele veio acompanhado
do trio Tuco Marcondes (guitarras,
violões e vocais), Fernando
Nunes (baixo) e Kuki
Stolarski (bateria e percussão).
Infelizmente, não vi
o show de Carol Zingler e dos
dois novos talentos descobertos
pelo Concurso Brognoli: Marco
Antônio Ferreira Caixeta e Marcos
Vanderlei Alves de Oliveira.
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