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A festa mais
esperada do verão em
Floripa reuniu na primeira noite
mais de 25 mil planetários
que curtiram tudo até
as 4 da manhã.
O
Rappa
Lá por
quase meia-noite, eis que entra
Falcão com seus dreads
longos e muita música
expressiva e forte no repertório.
O Rappa, particularmente, era
a minha banda mais esperada
da noite.
Já na abertura
acostuma nossos ouvidos com
a nova música Meu
Mundo é o Barro, do álbum
7 Vezes, o mais recente
da carreira.
Mesmo com a chuva
aumentando, a galera não
saiu do lugar. Entre, Pescador
de Ilusão, Me
Deixa, Rodo Cotidiano
e Minha Alma, pulos e
coros. O Rappa realmente mostrou
que o novo trabalho segue a
mesma linha de todos os outros:
letras e melodias marcantes.
Entre os novos hits teve
Hóstia, Meu
Santo Tá Cansado e Monstro
Invisível.
Armandinho
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Das
bandas, Armandinho foi
o último show da
noite. O gaúcho,
literalmente , suou a
camisa no palco do Planeta.
Afinal, animar toda aquela
gente não é
tarefa fácil.
Numa noite tão
eclética de ritmos
e tribos, não poderia
terminar sem um "reggaezinho"
praiano. No mais recente
sucesso, Semente,
teve duo com Teco Padaratz,
ex-surfista e que também
manda bem nos vocais.
Nem preciso dizer que
o povo delirou ao som
de Balanço da
Rede, Folha de
Bananeira, Desenho
de Deus, Ursinho
de Dormir...
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Ferry Corsten
Fechando a noite do Palco Principal,
o transe do DJ holandês
Ferry Corsten ecoou no Planeta.
Grande figura na cena eletrônica,
o DJ arrebentou nas pick-ups.
Não fiquei até
o final, mas a vibe estava em
alta quando me despedi da primeira
noite de festa.
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