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A
estrela do filme, Reese Whiterspoon (Legalmente
Loira) é apresentada no site oficial do
filme como a nova "queridinha" do cinema
de Hollywood. O título original, Sweet
Home Alabama, é o mesmo da música
cantada por Lynyrd Skynyrd (todo mundo conhece,
pelo menos da trilha sonora de Forrest Gump).
Por aí já se tem idéia da
originalidade da fita e a certeza que o "já
vi isso antes" prevalece.
A
história é de uma designer de moda
(Whiterspoon) que se apaixona por um dos homens
mais desejados de Nova Iorque (Patrick Dempsey).
O problema da moça, no entanto, está
em seu passado, que esconde um casamento mal sucedido.
E é para "limpar o passado",
pedindo o divórcio do ex (Josh Lucas),
que ela retorna ao Alabama, seu "doce lar".
Não
vi o outro trabalho da atriz para comparações,
mas pelo caminho que está traçando,
tende a se tornar mais uma Meg Ryan, que não
consegue se livrar dessas comédias bobas.
Segue em desvantagem, pois Ryan é pelo
menos mais bonita.
O
filme é tão fraco quanto parece.
Se bem que o trailer gera uma certa expectativa,
mas quem viu Sinais deve ter aprendido a não
confiar mais em trailers. Doce Lar não
tem nada de novo, atuações normais,
direção apagada. A trilha sonora
é boa, mas batida.
Devido
ao sucesso que fez nos EUA, o filme teve até
pré-estréias nos cinemas brasileiros.
Mas o público aqui deve ser um pouco mais
exigente, não dando a Doce Lar mais bilheteria
do que merece.
A
dica, para quem ainda não viu, é
Cidade de Deus, que, aliás, está
em cartaz no Bar Cine York, a melhor sala das
redondezas.
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