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Foi
na etapa dos ducks (caiaques infláveis) que ocorreu
a virada da corrida, apimentando a disputa pela ponta.
Após a pedalada pela Costa da Lagoa, superando as
ladeiras da Serra de Ratones, um trecho de 16,5 Km
de canoagem desafiava o primeiro pelotão que chegava
às margens do rio de mesmo nome (PC9/AT3), ainda de
dia. O trajeto compreendia a descida do rio até o
mar, na Ponta da Barra, ao lado da praia de Daniela,
voltando para o sul até Cacupé (PC10/AT4).
A
malandragem da Open Winds, que ocupava a 3a posição,
foi a de abortar a remada na altura da SC 401 e seguir
a pé carregando os botes na cabeça até a Praia de
Sambaqui, cortando quilômetros de remada e assumindo
a dianteira para a próxima etapa da corrida: o trekking
noturno de volta ao AT3, que agora transformara-se
no AT5 (trek/Bike).
Outra
surpresa foi o uso de um kite
pela equipe Brasil 500, equipe líder até então, substituindo
o esforço e a lenta ação dos remos. Como eram dois
caiaques por equipe, os três integrantes se amontoaram
em um dos botes e amarraram o outro na proa. Tudo
ia muito bem até que alguém percebeu pela falta do
outro duck que se desatara da popa em algum ponto
do percurso. Perderam muito tempo e várias posições,
só recuperando a embarcação com a ajuda dos bombeiros.
Jamais voltaram à liderança.
Segue
a Corrida:
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Disputa acirrada marca a etapa
de Floripa
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Largada inesperada
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Equipe local passa a perna nos líderes
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Rapel no Santinho desclassificou
a líder de Floripa
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Resultados
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Galeria de fotos
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