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CLIPAGEM
- 11 de maio
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Direção do Joinville ainda acredita em "roubo" Árbitro Pauletti e Delfim Peixoto são acusados de articular manobra Joinville - A revolta da diretoria do Joinville contra a arbitragem de Gilson Aparício Pauletti, e o que todos classificavam como "verdadeiro roubo", gerou as mais variadas propostas entre o apito final, domingo, e a reunião na ontem à noite. Alguns mais exaltados queriam retirar o time da competição, outros falavam em renúncia coletiva e até em devassa na Federação. Diante da questão central sobre o "verdadeiro roubo", o presidente Márcio Vogelsanger foi sutil na resposta: "Não acredito em deslize". No pensamento dos diretores do Joinville havia dois vilões na história, o executante Gilson Aparício Pauletti, e o mandante, Delfim Peixoto, presidente da Federação Catarinense de Futebol. O presidente Márcio Vogelsanger negou que tenha tido chance de escolha do árbitro da final. Lembrou que a ele foram colocados dois nomes para aprovar, Luiz Orlando de Souza no primeiro jogo e Gilson Pauletti no segundo. Convicto de que houve uma sórdida articulação contra o Joinville, Márcio ressaltou, contudo, que nos 11 jogos do turno o time "não foi roubado". Naquela fase, segundo ele, "se os árbitros erraram foi por pura burrice". Quanto à decisão de domingo, ele não tem dúvida que houve conspiração. Citou a expulsão do atacante Paulinho e o pênalti "inventado" em favor do Figueirense. Mesmo diante de tantas reclamações, presidente e outros diretores do Joinville "enxergaram" algo bom no episódio. A repercussão está tomando uma dimensão tão grande que o desgaste da Federação é inevitável e as arbitragens serão muito mais fiscalizadas que até então. "Se foi péssimo para o Joinville, agora, tenho certeza que não será no quadrangular semifinal. Com o passar do tempo, o povo começa a perceber as coisas e a reagir mais. O lado bom de toda essa história é que estamos apenas na primeira etapa. Se fosse uma final, o trauma seria muito maior, sem chance de recuperação". Fonte: Wagner Baggio/A Notícia Clube espera provar irregularidade de atleta Joinville - O Joinville protocolou ontem na Federação Catarinense de Futebol pedido de informação sobre a inscrição do zagueiro Carlos Augusto Rodrigues, o Carlinhos. A suspeita é de que o atleta atuou de forma irregular, sem a devida liberação da CBF, por ser oriundo de um clube estrangeiro, o alemão Waldhos-Monnhein. Segundo o Regulamento Geral da Federação Catarinense de Futebol deste ano, em seu artigo 23, o atleta vindo de clube estrangeiro só ganha condição de jogo se registrado na CBF. O Joinville tem informações de que esse registro não existe. Se a tese for comprovada, o Figueirense perde os pontos daquele jogo e o vitorioso passa a ser o Joinville. "Apesar de termos informação extra-oficial desse caso, é difícil acreditar que a diretoria do Figueirense tenha cometido tal erro", comentou o presidente do JEC, Márcio Vogelsanger. Ontem, em meio muitos desabafos e votos de solidariedade, a diretoria do Joinville aguardava a chegada do goleiro Ricardo Pinto, contratado por três meses. A chegada ficou para hoje, quando os demais jogadores se reapresentam à tarde. O técnico Paulo Bonamigo terá o desfalque de cinco titulares para domingo: Téio, Clóvis, João Carlos Cavalo, Renato e Paulinho. Fonte: A Notícia Figueirense se diz "tranqüilo" Florianópolis - O coordenador de esportes do Figueirense, Luiz Fernando Capela, garantiu ontem que o zagueiro Carlinhos, acusado pelo Joinville de ter atuado irregular na final do turno no sábado, está com sua situação legal junto a Confederação Brasileira (CBF) e a Federação Catarinense de Futebol (FCF). O jogador, até o início das oitavas-de-final do turno, jogou com uma liberação provisória de 30 dias concedida pelo Waldhos-Mannhein, da Alemanha, onde atuou até março deste ano. Na antevéspera do jogo da volta com o Fraiburgo, pelas oitavas-de-final, ganhou a condição definitiva até o encerramento de seu contrato com o clube, dia 31 de julho. "O Figueirense está tranqüilo diante desta acusação", rebateu Luiz Fernando Capela. Com a antecipação para sábado da partida com a Chapecoense, na abertura do returno, o técnico Abel Ribeiro resolveu cortar um dia da folga dos jogadores, fazendo-os se reapresentar no clube hoje, no início da tarde. Abel avisou ontem que não vai poupar ninguém nos jogos do returno e que vai exigir do time a mesma pegada do turno. Caso seja o primeiro colocado no índice técnico, o Figueirense assegurará o direito de disputar as finais do Estadual em seu estádio. Para o jogo com a Chapecoense, o Figueirense não terá quatro jogadores. Os zagueiros Polaco e Carlinhos e os meias Daniel Frasson e Fabinho vão cumprir suspensão. Fonte: A Notícia Pauletti insiste em falta dentro da área do JEC Florianópolis - O árbitro Gilson Aparício Pauletti, 38 anos, considerou ontem como absurdas as insinuações feitas pela diretoria do Joinville de que ele estaria fazendo parte de um "esquema" montado pela Federação Catarinense de Futebol (FCF) em benefício do Figueirense no Campeonato Catarinense. "Pelo amor de Deus! Este tipo de acusação só existe na cabeça de pessoas que não têm o mínimo de respeito ao próximo e às instituições. Temos um nome à zelar. Ninguém na Federação e na arbitragem é tão infantil para promover o futebol desta maneira", rebate Pauletti. Entrevistado em Canoas (RS), onde trabalha no setor financeiro de uma empresa de materiais de segurança (Roan), Gilson Pauletti declarou que está de consciência tranqüila quanto a penalidade máxima que marcou aos 14 minutos e 30 segundos do segundo tempo da prorrogação, quando o Joinville já contava com o título do turno do Estadual. O árbitro relatou que estava há cerca de 10 metros do lance que originou o pênalti e que naquele momento presenciou duas infrações. As duas foram cometidas pelo lateral Panambi no centroavante do Figueirense Genilson. "Houve uma infração fora da área e apliquei a lei da vantagem para o Figueirense. Logo em seguida, aí sim, outra infração cometida dentro da área. Não tive outra intenção. Não poderia me omitir ao que manda a regra", relata o árbitro gaúcho, casado e pai de duas filhas, mas que mora em Maravilha, no Oeste do Estado. Pauletti disse que ainda não assistiu os lances da partida na televisão e que assistirá o teipe tão logo retorne para sua casa no próximo final de semana. "Estou de consciência tranqüila e não vejo motivos para recorrer à televisão para confirmar ao que assisti naquele momento do jogo". Para Pauletti o jogo teve características de uma decisão. "Não foi um jogo fácil de apitar", resume. Quanto outros aos polêmicos lances que resultaram na aplicação de cartões, Pauletti justificou as expulsões do atacante Paulinho do Joinville ao revide no meia Fabinho, também expulso. "Não tenho por linha preservar qualquer jogador que já tenha advertido com cartão. Procuro advertí-lo verbalmente, dependendo do tipo de falta que ele vier a cometer", referiu-se ao lance em que Aldrovani, que já tinha um cartão amarelo, reclamou de uma falta, mas o cartão foi aplicado a um jogador do JEC. Fonte: Júlio Castro/A Notícia Bezerra não viu lance no estádio Florianópolis - O vice-presidente da comissão de arbitragem da Federação Catarinense de Futebol(FCF), José Carlos Bezerra, disse ontem que em momento algum houve má fé de Gilson Aparício Pauletti na condução do jogo Figueirense e Joinville, no sábado. Para o ex-árbitro, Pauletti agiu conforme manda a regra e só ele tinha a melhor visão do jogo naquele momento. Bezerra informou que do local onde estava no estádio, teve sua visão prejudicada no instante da marcação. "Ninguém pode duvidar da idoneidade do Pauletti. Ele é um homem decente da nossa arbitragem. O Pauletti se credenciou à final agradando, por completo, o Joinville naquele jogo da semifinal com o Avaí, no Ernestão", atesta Bezerra. "E se o goleiro do Joinville defendesse aquele pênalti?", questiona. Fonte: A Notícia Delfim refuta acusação de jogo de "cartas marcadas" Presidente da FCF não tomará medida judicial contra o presidente do JEC Joinville - O presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto Filho, rechaçou veementemente, ontem, a insinuação de que a entidade teria favorecido o Figueirense na decisão da 1ª etapa, com objetivo de ver o clube campeão deste ano. Peixoto lembrou que nos últimos anos os campeões foram Criciúma, Brusque, Figueirense, Chapecoense e Avaí, caracterizando, segundo ele, a "total isenção da entidade" em favorecer determinado clube ou cidade. "Nem a sede da Federação é mais na Capital", observou. Diante da acusação do presidente do Joinville, Márcio Vogelsanger, de que "há uma armação para ver o Figueirense campeão", Delfim disse que Márcio é "um cavalheiro, um homem sério, de respeito", que fez aquela acusação no calor da derrota. Por isso, não tomará qualquer medida contra o dirigente. "Só não aceito a acusação de que houve roubo", reclamou Delfim. "Os clubes da decisão foram os melhores no turno, fizeram uma exuberante partida, aliás, o Joinville jogou muito melhor, mas perdeu. O campeão de 99 saíra na terceira fase entre os quatro melhores. Eu, obviamente, não sei quem serão". Pauletti era consenso Delfim Peixoto lembrou ontem que na sexta-feira consultou isoladamente os presidente do Joinville e Figueirense, e ambos elogiaram a indicação de Gilson Pauletti. Sobre o possível erro, Delfim disse que não viu, pois já estava se dirigindo da tribuna ao campo para entregar a taça. "Pode até ter errado, como todo árbitro erra. O Javier Castrilli não errou contra a Portuguesa no ano passado?" "Se errou, a culpa não cabe a mim, porque ele era o melhor para os dois clubes e eu não poderia entrar em campo para corrigir possíveis erros". Logo após a decisão, Delfim Peixoto foi ao vestiário do árbitro Pauletti e ouviu a seguinte explicação: "Doutor Delfim, eu dei porque interpretei que houve uma sequência de duas faltas, uma fora e outra dentro da área". Fonte: Wagner Baggio/A Notícia FCF contra "importação" de árbitros Florianópolis - Diante da possibilidade do Joinville impor veto ao árbitro Gilson Pauletti e reivindicar outro fora do quadro da Federação para o quadrangular semifinal, Delfim Peixoto foi categórico. "Não aceito e nem quero ouvir mais esse tipo de proposição. Ou os nossos servem para todos os jogos ou não servem para nenhum. O dia em que desconfiar da idoneidade de qualquer um deles, o destino é rua. Já ficou provado que juiz de fora não é melhor que os nossos". Delfim disse que "nada justifica" o fato de uma cidade inteira estar em pé de guerra contra o árbitro ou a Federação. "O povo de Joinville pode estar tranquilo que não há carta marcada". O dirigente que já conversou com alguns integrantes da Comissão de Arbitragem e que fará uma reunião de análise na próxima sexta-feira. A comissão é presidida por ele mais José Carlos Bezerra, Pedro Ferreira, Osmar Rebelo, João Luiz Trentim e Zélio Prado (secretário). Fonte: Wagner Baggio/A Notícia Avaí anuncia Cuca como novo treinador Ele chega hoje para iniciar a seu trabalho no time avaiano Florianópolis - O Avaí anunciou ontem o nome de Alexi Stival, o Cuca, 36 anos, como o técnico do time em substituição a Gonzaga Milioli, dispensado na semana passada. O novo treinador se apresenta no clube hoje, às 14 horas, e amanhã inicia seu trabalho a fim de definir a equipe para a estréia no returno, domingo, diante do Brusque, na Ressacada. Ex-jogador do Coritiba (PR), Grêmio, Juventude e Internacional (RS), Palmeiras e Santos (SP) e campeão catarinense pela Chapecoense em 1996. Em 1997 iniciou carreira de treinador no Promessas, uma equipe aspirante do Valladolid da Espanha. No ano passado treinou o Uberlândia (MG). Ontem se despediu do Brasil (RS), deixando a equipe gaúcha na condição de líder de um dos quadrangulares de repescagem. Além de técnico, Alexi é dono de padaria, casa de carnes e de um pesque e pague em Curitiba (PR). O gerente de futebol João Carlos Dias creditou ao comando e liderança do novo técnico, o fator determinante para sua contratação. "Por onde ele passou, sempre foi titular e capitão das equipes, sempre exercendo liderança sobre o time dentro de campo. É o tipo de perfil que se encaixa às pretensões do Avaí. É bom comandante e também amigo dos jogadores", ressalta Dias. Ele observou que pelo menos cinco dos atuais jogadores avaianos já trabalharam com o novo técnico. O dirigente disse que vai aguardar por uma avaliação do elenco pelo novo técnico para definir a necessidade ou não de reforços. Fonte: A Notícia Chapecoense comemora 26 anos e disputa amistoso com o Paraná Chapecó - A Associação Chapecoense de Futebol faz festa hoje, no Estádio Regional Indio Condá, para comemorar os seus 26 anos. Às 20h30, recebe a equipe do Paraná Clube para um jogo amistoso, em preparação para o recomeço das disputas do Campeonato Catarinense, no domingo. A equipe do Paraná vem à Chapecó com um time misto e vai enfrentar uma Chapecoense completa, pronta para voltar com força máxima para o Estadual. Um bom público é esperado pela diretoria. O técnico da Chapecoense, João Carlos Maringá, vê a partida como um excelente teste para a sua equipe, que está há três semanas sem jogar. Ele acredita que o Paraná Clube tenha qualidade de sobra para mostrar força dentro de campo, mesmo com um time misto, por isso está confiante na realização de uma grande partida e um bom espetáculo para os torcedores. O time que entra em campo hoje à noite é o mesmo que vai enfrentar o Figueirense, no domingo em Chapecó, pela primeira rodada do segundo turno do Catarinense. O lateral esquerdo Augusto e o meia Alexandre, suspensos do campeonato por terem levado o terceiro cartão amarelo ficarão de fora. Eles serão substituídos por Beto e Serginho, respectivamente, mas estarão no banco de reservas à disposição de Maringá. Os dois irão atuar durante os 90 minutos na quinta-feira, em São Miguel do Oeste, durante um outro amistoso que a equipe realizará contra o time do Guarani Futebol Clube. Quem poderá estrear no jogo desta noite é o meia Fabiano, que voltou a Chapecó depois de alguns meses no XV de Campo Bom (RS). Ele estará no banco de reservas e pode ser utilizado pelo treinador, que ainda espera pela contratação de um novo zagueiro e de mais um atacante, até o final desta semana. Maringá vai começar a partida com Kipper no gol; Cássio na lateral direita; Zózimo e Hilton na Zaga; Beto na lateral esquerda; Itamar, Serginho, Luis Fabiano e Ronaldo no meio de Campo; Toto e Jardel no ataque. Criciúma - O lateral Herton e o zagueiro Márcio, ainda com idade júnior, foram emprestados pelo Criciúma ao Velo Clube, da Rio Claro/SP. Os dois jogadores disputarão o Campeonato Paulista da Série B-1. O técnico Sergio Ramírez espera pela contratação de reforços solicitados à diretoria. Fonte: Diário Catarinense |
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