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CLIPAGEM
- 20 de maio
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Figueirense já é o líder isolado Resultado de 3 a 0, ontem, sobre o Fraiburgo, deu ao alvinegro a ponta da tabela O Figueirense venceu o Fraiburgo por 3 a 0, ontem, no Estádio Orlando Scarpelli, e assumiu a liderança isolada do Campeonato Estadual, com 6 pontos. Com a derrota, o Fraiburgo continua com três pontos e ocupa a nona posição. O time do Meio Oeste fez marcação cerrada e abusou de faltas violentas, desarmando em sua intermediária e partindo em contra-ataques rápidos. O alvinegro da Capital fugia da barreira adversária com toques rápidos, demonstrando grande entrosamento. Aos 18 minutos, o atacante Claudiomir sentiu dores nas costas e foi substituído por Gilson. No minuto seguinte, Pedro Aruba fez boa jogada pela direita e cruzou para a entrada do atacante reserva. Gilson ratificou sua fama de arti-lheiro e chutou para o gol. Solis tentou salvar e jogou para as redes, marcando gol contra. No final da primeira etapa, o Figueira pressionou e foi eficiente. Aos 37 minutos, Fabinho marcou após boa troca de passes no meio-campo e, aos 40 minutos, Aldrovani finalizou um contra-ataque do time. No segundo tempo, os donos da casa diminuíram o ritmo mas continuaram com a supremacia da partida até o final. Hoje, o lateral-esquerdo Rafael viaja até a cidade alemã de Leipizig, onde fica até dia 30, para tratar de sua transferência para o clube no segundo semestre. Fonte : Diário Catarinense Criciúma vence JEC de virada e afasta a crise Resultado de 2 a 1, ontem, no Heriberto Hülse, garantiu os primeiros três pontos do Tigre Se a torcida do Criciúma já é fria em temperaturas consideradas normais, ontem ela congelou nas arquibancadas. Nem mesmo a vitória de 2 a 1 em cima do Joinville, no Estádio Heriberto Hülse, pela segunda rodada do returno do Campeonato Catarinense, animou os escassos torcedores que suportaram os termômetros na marca dos 6 graus centígrados. No domingo, o JEC enfrenta o Figueirense, em casa, e o Criciúma pega o Lages, no Planalto Serrano. O frio pode ser a única explicação para a imobilidade do atacante Marcos Paulista e o lateral Ricardo. Ambos passaram boa parte dos 90 minutos no chão, reclamando de faltas inexistentes ou lamentando a perda da bola. Foi o volante Pereira quem surpreendeu ao coordenar as jogadas, armar os lances e chamar a atenção dos companheiros. O jogo mostrou que as falhas não foram superadas, o goleiro voltou a ser o destaque de uma equipe desorganizada e já pode ser chamado de Fabiano Milagreiro. Salvou, inclusive, um gol contra de Ricardo. Ricardo começou a errar aos 11 minutos, quando foi defender a cabeçada de Marco Antônio e chutou contra, assustando o goleiro Fabiano. Quatro minutos depois, Marquinhos Rosa não perdôou. Clóvis cruzou da esquerda e o oportunista Marquinhos cabeceou. O goleiro do Criciúma ainda defendeu, mas a bola já havia passado da linha do gol: Joinville 1 a 0. Aos 20 minutos, Pereira armou jogada perfeita para o garoto Rivaldo empatar num toque certeiro, aliviando um pouco a tensão dos torcedores nas arquibancadas. Aos 24 minutos, Leandro cobrou escanteio pelo setor esquerdo, Gelásio colocou de cabeça para trás e, na confusão, Clésio chutou rasteiro diante do embasbacado goleiro Marcão, desempatando a partida e afastando a crise do Tigre. Em Brusque, a Chapecoense mostrou que é um time de extremos. Foi a única equipe a perder em casa na primeira rodada, e, ontem, foi a única a vencer fora. O gol de Alexandre, no segundo tempo de jogo, aumentou a crise no Brusque, que já vinha mal no Estadual. A segunda derrota no returno pode causar a demissão do técnico Adilson Fernandes. O Botafogo conseguiu sua segunda vitória na competição com o 1 a 0 sobre o Lages. Em Rio do Sul, Alto Vale e Kindermann empataram em 2 a 2. Cláudio e Sandro marcaram para o time da casa; Patrício e Tita fizeram os gols do Kindermann. Fonte: Néia Pavei/Diário Catarinense Equilíbrio e empate sem gols entre Peixe e Avaí Tubarão e Avaí empataram em 0 a 0, ontem, no Estádio Aníbal Costa, num jogo equilibrado. O time da Capital chegava com perigo na área do adversário, mas sem objetividade. A pressão do Leão da Ilha começou aos 7 minutos, quando atacante Alex Rossi pegou uma bola na intermediária e cruzou para Serginho, mas o zagueiro Adelmo se antecipou. A resposta do Peixe veio aos 15 minutos, com o meia Luiz Carlos Silva cabeceando para a defesa do goleiro Miguel. A jogada mais perigosa do Avaí, na primeira etapa, aconteceu aos 35 minutos. Grizzo fez ótimo lançamento para Alex Rossi. O atacante invadiu a área, driblou Adelmo e chutou forte. A bola passou pelo goleiro e foi interceptada, quase na risca, pelo zagueiro Adilson. Antes, quase foi a vez do Peixe abrir o placar, com Gunga cabeceando para a boa defesa de Miguel. No segundo tempo, aos 2 minutos, Serginho botou Alex Rossi na cara do gol, mas o atacante, sozinho com o goleiro Maurício, chutou para fora. Aos 40 minutos, Zelão acertou a trave do goleiro Maurício. Fonte: Diário Catarinense Ricardo Pinto espera liberação Goleiro está ansioso para fazer a sua estréia pelo Joinville no Estadual O experiente goleiro Ricardo Pinto está com uma ansiedade de garoto. Aos 34 anos, ele pretende entrar em forma o mais rápido possível para ficar à disposição do técnico Paulo Bonamigo. "Quero ser campeão pelo JEC", disse. Com 1,84m e 88 quilos, Ricardo ficou parado três meses no início do ano, mas treinou forte em Araras, pelo União São João, clube que defendeu antes de vir para o Joinville. "Estou bem fisicamente, preciso é de ritmo de jogo", afirmou Ricardo. A documentação de liberação do jogador deve estar pronta já no final desta semana e o que o goleiro mais quer é fazer parte das concentrações. "Não importa se for no banco ou jogando, quero é participar, estar presentes nos jogos", destacou. O capixaba Ricardo Pinto começou num time amador da terra natal, em Iconha, Espírito Santo e joga futebol desde 1980. Foi morar na capital Vitória em 1983 para fazer a falculdade de Educação Física, que não chegou a concluir. De 1984 a 1993, Ricardo defendeu o Fluminense, do Rio de Janeiro, sendo emprestado ao clube paraguaio Cerro Portenho por duas vezes durante este período. Foi do time carioca que o goleiro saiu com o próprio passe. "Deixei o Flu com o meu passe na mão", lembrou. Ricardo ainda jogou no Corinthians, no Atlético-PR, na Inter de Limeira, no Irati e no Goiás, antes de passar dois meses no União São João de Araras e escolher o JEC para atuar. Mas foi no Atlético Paranaense que Ricardo se envolveu na maior confusão da sua carreira. Jogando contra o Fluminense, no Estádio das Laranjeiras, no Rio, pelo Campeonato Brasileiro, o goleiro foi agredido por torcedores e sofreu lesões na cabeça, tendo que passar por cirurgias. Ricardo conquistou três vezes a Taça Rio e duas vezes a Taça Guanabara, pelo Fluminense. O atleta também já foi campeão nacional do Paraguai, quando atuou no Cerro Portenho. Em 1995, o goleiro arrebatou duas importantes competições pelo Corinthians: foi campeão paulista e da Copa do Basil no mesmo ano. Também conquistou o título de Campeão Brasileiro da Série B, defendendo o Atlético-PR. Fonte: Simone Kafruni/Diário Catarinense Cuca volta a SC após fugir da enchente O volante ofensivo Leandro da Silva, 25 anos, é o novo reforço do Criciúma. Cuca, como é conhecido nos gramados brasileiros, chegou há dois dias no Estádio Heriberto Hülse para reforçar o time no returno do Campeonato Catarinense. Por enquanto foi a única contratação autorizada pelo presidente Woimer Conti, mas o técnico Sérgio Ramirez ainda quer um atacante e um meio-campista. Apesar de ser catarinense, de Blumenau, Cuca jamais havia defendido uma equipe do estado. A família fugiu das constantes enchentes de Blumenau, no final da década de 70, para tentar a sorte no bairro Fazendinha, nos arredores de Curitiba. Foi na capital paranaense que o garoto Leandro começou jogando futebol, no infantil do Coritiba. Ficou 11 anos defendendo o time paranaense. No ano passado comprou seu passe e se transferiu para o Irati (PR) e XV de Piracicaba e neste ano atuou no Gauchão pelo Erechim. Agora no Criciúma, Cuca garante estar com fôlego suficiente para suportar 90 minutos. "Estou em perfeitas condições físicas para iniciar os trabalhos", assegura. Como tem características semelhantes ao volante Pereira, um dos melhores jogadores do Tigre, Cuca poderá ser recuado na posição de Maciel, que tem ficado abaixo do rendimento esperado pelo técnico."Tenho habilidade para sair jogando, mas sei defender como um volante tradicional", garante. Se for podado na suas jogadas avançadas, o público não poderá conferir a criatividade que encantou dirigentes e comissão técnica do Tigre, no ano passado, quando o XV de Piracicaba despachou o time catarinense da segundona do Brasileirão. Fonte: Néia Pavei/Diário Catarinense |
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