Diáspora Literária
- Escritores brasileiros Hassis
Brasil, Lélia Nunes, Luiz Fernando
Veríssimo e Marcelo Passamay,
em recente encontro literário
no arquipélago dos Açores, tendo
em comum a memória e o resgate
da influência das letras de nossos
colonizadores
Adeus, professora
Família Cavallazzi viveu dois extremos
da vida no fim de semana. No sábado
a alegria do casamento da filha do
secretário Beto Cavallazzi. No domingo
o falecimento de dona Honorina Lunardelli
Cavallazzi. Fundadora da faculdade
de Psicologia da Universidade Federal
de Santa Catarina, professora Honorina
deixou sua marca no magistério universitário.
Mas também deixou sua marca como esposa
do promotor Enio De Maria Cavallazzi,
mãe, avó e bisavó. E como amigo dessa
família há 40 anos, vai deixar saudades.
Como nos momentos festivos na casa
da Armação, com os filhos Mariângela,
o saudoso Enninho, Rosângela e Márcio
Antônio (ela nunca o chamou de Tero)
e uma legião de amigos. Uma bela convivência.
Bate & amassa
Na principal avenida do bairro Santa
Mônica nunca se viu tantas lojas e
concessionárias de carros. A mais
recente é a loja da Massaru. Bem ao
lado tem o Martelinho da Ouro. Ou
seja: amassaram lá, arruma ali.
Curioso
Arante Monteiro, outra figura querida
do Pântano do Sul, perdeu um tio de
sua mãe, dona Osmarina. Chamava-se
Domingos... morreu no domingo.
Domingol
Foi um domingo e tanto de bola na
rede futebol clube. E as torcidas
então fizeram o espetáculo do futebol
nessa reta final do Brasileirão. A
do Vasco e do Fluminense no Maracá...
que show dos cariocas. E a do Flamengo
que não deixou o "galo"
cantar... quem encantou foi o Imperador
Adriano. E por aqui o Figueira e o
Avaí continuam batendo um bolão.
Figa
Vendo as imagens da torcida vascaína
assegurando a volta para a série A
dá pra imaginar a também alvinegra
do Figueira festejando sua ascensão
à elite. Até agora ta dando certo.
É torcer por um tropeço os goianos.
Mané açoriano
Desde o dia que conheci um vizinho
que se chamava Franklin Cascaes iniciei
uma apreciação sobre aquelas naus
que nos povoaram e que denominavam
as casinhas do interior da Ilha de
açorianas. Depois, não só a casa,
mas o jeito, o falar e o viver. De
lá pra cá foi um abraço e reverências
as nossas origens manés e olas ao
nosso mundinho maravilho de ilhéus
legítimos. Pois agora vou aos nossos
colonizadores, embarcando amanhã para
Portugal participando do Congresso
Mundial das Casas dos Açores que este
ano ocorre em Lisboa.
Até já
Colunista viaja amanhã para o velho
mundo, mas a coluna não para. Continuará
com pitadas de lá e daqui nos próximos
dez dias. Ficará em boas mãos. Amanhã
eu conto.
Santa ignorância
Parece que é para mostrar serviço.
Pois na principal avenida da cidade
nova da Barra da Lagoa, com um belo
canteiro cheio de sombreiros, foram
lá e debulharam seus galhos na proximidade
do sol quente do verão. Nunca vi
disso: poda na primavera. E não
deve ter sido por causa da rede
de energia, já que tem árvores que
nem próximas dos postes estão.