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 A
história da Catedral Metropolitana começa no ano de
1675, quando o bandeirante Francisco Dias Velho, fundador
de Nossa Senhora do Desterro, começa a construir
uma capela em homenagem à padroeira. Como de
costume na época, escolheu o local mais alto
e visível da pequena vila.
Em
meados do século XVIII, a capela tornou-se pequena
para o número de fiéis que assistiam às missas. Isso
levou José da Silva Paes, primeiro governador
da antiga Capitania, a projetar uma nova Igreja para
o mesmo local. Iniciada em 1748, a obra foi concluída
25 anos mais tarde, já no governo de Dom José de Melo
Manoel.
Desde
então, a Matriz já sofreu diversas ampliações
e modificações que fizeram o conjunto arquetetônico
perder a forma original, resultando no alargamento
das paredes no sentido lateral e a colocação de um
alpendre ao estilo neo-clássico, em substituição à
antiga porta da entrada principal.
Um
dos principais chamarizes da Catedral é o acervo
de arte sacra. Seu interior abriga desde 1902 a escultura
"Fuga para o Egito", do artista tirolês
Demetz, que apresenta em dois blocos de cedro a fuga
da Sagrada Família em tamanho natural. Também
fazem parte do acervo o órgão de tubos
alemão, de 1924, o carrilhão principal
com cinco sinos, de 1922 e os vitrais, feitos em São
Paulo em 1949.
Praca
XV de Novembro - Centro.
(48) 3224-3357
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