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As artes em geral e o teatro em particular começaram a florescer a partir da segunda metade do século XIX, quando Florianópolis ainda era chamada de Nossa Senhora do Desterro e quando a única casa de espetáculos existente – o Teatro São Pedro de Alcântara, já bastante arruinado, não oferecia mais condições para a apresentação dos grupos teatrais locais e de fora.

Laguna e São José foram as primeiras a contar com edificações destinadas à arte de representar e, na opinião da elite intelectual desterrense, a capital da província não poderia ficar para trás. Assim, em 1854, um grupo de pessoas ligadas às artes se uniu para fundar a “Sociedade Emprehendedora”, incubida de prover os meios para a construção do futuro Teatro Santa Isabel, nome dado em homenagem à Princesa Isabel.

Em 1857, a “Sociedade Emprehendedora” adquiriu o terreno, onde se construiría o teatro, com o apoio do governo da época. Anos depois, em 1871, com a obra ainda inacabada, algumas companhias dramáticas e circences já faziam uso do local, realizando as primeiras apresentações do Teatro. Finalmente, no dia 7 de setembro de 1875, 21 anos após a criação daquela sociedade, o Teatro Santa Isabel foi oficialmente inaugurado. Durante a tão aguardada cerimônia de abertura, executou-se o Hino Nacional, com discursos e apresentações musicais, e a poesia “A Liberdade”, recitada pelo próprio autor, Horácio Nunes Pires. Conforme informações da época, mais de mil pessoas prestigiaram a inauguração do Teatro.

Inicialmente o Teatro Santa Isabel foi arrendado e administrado por terceiros, que se responsabilizavam pela programação e a manutenção do prédio. Em meados de 1880, o governo da província resolveu assumir a administração da casa, fixando uma série de normas. Uma delas ordenava que, a cada dez espetáculos apresentados no local, um deveria beneficiar o governo, com a finalidade de melhoramentos na Capital. No ano de 1890, o poeta – e também dramaturgo – Horácio Nunes Pires tornou-se então, fiscal do teatro.

Em 1893 foi deflagrada a Revolução Federalista, que declarou Santa Catarina independente do resto do País enquanto a monarquia não fosse restaurada, e, no ano seguinte, numa reação do Governo Federal, o teatro e outros prédios públicos passaram a servir de alojamento para prisioneiros. Numa atitude de rompimento com a mornarquia, houve o Decreto de 1894, que mudou o nome do teatro de Santa Isabel para Álvaro de Carvalho, em homenagem ao primeiro-tenente da Marinha e primeiro dramaturgo catarinense, autor das peças “Raimundo” e “Uma moça de juízo”, entre outras. O autor havia morrido heroicamente durante a Guerra do Paraguai.

Com Hercílio Luz, que assumira o governo em outubro de 1894, o Teatro Álvaro de Carvalho voltou a receber atenção, com as primeiras providências de reformas e a aquisição de um lustre para iluminar o salão de entrada do teatro. Na virada do século foi realizada a primeira grande reforma da casa de espetáculos que, em 1955 teve o espaço interno totalmente modificado em um projeto de Tom Wildi Filho. Até 1982, quando foi inaugurado o Centro Integrado de Cultura, manteve-se como o único teatro de porte da Ilha de Santa Catarina, com 470 poltronas na sala de espetáculos.

Dois vitrais retratando cenas populares são vistos no acesso às escadarias e duas telas do artista plástico Martinho de Haro ornamentam o foyer (sala de espera) do teatro.

Endereço e telefone

Praça Pereira Oliveira, 26 – Centro.
(48) 3665-6400

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