Santo Antonio - Trapiche

Santo Antônio de Lisboa

Belas paisagens, boa gastronomia e um passeio pela história da região é o que se pode esperar de uma visita a Santo Antônio de Lisboa.

Da praia, avista-se a Baía Norte, o continente e a ponte Hercílio Luz. A freguesia conserva a arquitetura açoriana tradicional, os costumes herdados dos colonizadores portugueses e a tranquilidade das pequenas vilas do século XIX.

O cultivo de ostras e mariscos, assim como a pesca de peixes e camarão, que teve início junto com a vinda dos primeiros europeus, fez da região de Santo Antônio de Lisboa uma referência na gastronomia baseada em frutos do mar.

Nas noites de verão, é comum os barzinhos colocarem mesas nas calçadas, onde se pode petiscar e curtir a atmosfera do local. É também o período em que Santo Antônio de Lisboa abriga típicos blocos de carnaval, que promovem ensaios abertos e festas.

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Características Naturais de Santo Antônio de Lisboa

É uma praia interna da Baía Norte. Da praia, tem-se uma bela paisagem da Av. Beira-mar Norte, das pontes que ligam a ilha ao continente e das regiões continentais ao norte de Florianópolis. O mar é extremamente calmo, a areia é de grossura média e de cor amarelada, com trechos cinza por conta de pequenos riachos que desembocam no mar.

São 750 metros de extensão, com largura que varia entre 4 e 6 metros de areia. A região é bem arborizada e propícia para passeios à beira da praia.

História de Santo Antônio de Lisboa

O local era ocupado inicialmente por índios Guaranis. A partir do início do século XVIII, passou a receber imigrantes açorianos, tornando-se uma das primeiras freguesias da Ilha de Santa Catarina.

Em 1757, foi construída a Igreja de Nossa Senhora das Necessidades, no terreno doado por Clara Manso de Avelar, filha do iniciador da comunidade da região.

Em função da localização geográfica, Santo Antônio de Lisboa tornou-se um local portuário e posto de alfândega onde navios estrangeiros atracavam para fazer comércio.

O século XIX é marcado pela forte imigração de espanhóis, franceses, italianos, alemães, belgas, austríacos, gregos e sírios, além dos 20% da população de descendência africana. Cerca de 75% dos habitantes vieram do arquipélago de Açores, Portugal. Eles trouxeram a cultura agrícola e pecuária e, aqui, passaram a viver também da pesca. Outras características culturais são o sotaque peculiar, observado até hoje, a cerâmica, a renda de bilro, a religiosidade e as festas.

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